O Desenho Animado é um excelente escritor de veneta, além de torcedor do glorioso América Mineiro. Dono de uma das mais brilhantes participações em "Uma Cilada Para Roger Rabbit" e plenamente cotado para outros sucessos cinematográficos do gênero, Desenho Animado tem fama de um pop star, agindo como tal: posta uma vez a cada quinquênio.

Esse jura que joga futebol. Dono do maior ego do blog, Pedro Bó vive se vangloriando de seus feitos e suas bicicletas triplas. E vale ressaltar uma coisa: não é nem um pouco parecido com o sujeito da foto que insiste em colocar como seu símbolo.

Zé Dend'água é um cara supimpa, bacana e serelepe. Como é ele quem está escrevendo essas descrições aqui, não espere ler algo que desabone esse sagaz rapaz. Com textos inteligentes, astutos e um terceiro adjetivo à sua escolha, Zé é o grande idealizador deste recanto de verdadeiras obras de arte da literatura nacional. Além de um grande mentiroso, claro.




De Repente
Deixa Que Eu Deixo
Dios Mio!!
Uaaai?!
Velho Deitado
Wonder Woman


Eric
Fefis
Lívia
Pedro Tudo de Bó


SACo


Comentários by Marina.




Segunda-feira, Agosto 11, 2008

Só mesmo na internet...

...pra eu achar legal ter outro filho.
E só mesmo na internet pra não precisar pagar pensão pros que foram abandonados.
Talvez seja por isso que eu gosto.

Se não tiver mais o que fazer:
Depois do Almoço
(sim, isso aí é um link)


Postado por Pedro Bó :: 2:56 PM::

Domingo, Abril 13, 2008

O milagre da vida.

Deu vontade de postar.
Postar sobre nada, escrever sobre qualquer coisa.
Da efemeridade do tempo, à pernosticidade de usar palavras como essa.

Falar de como a vida passa depressa nos bons momentos, ou de como passa devagar quando dói.
Das amarguras de ser um eterno incompreendido, à maldita certeza de que tá todo mundo cansado de saber que você é exatamente tão terrível quanto qualquer um deles.
Preciso me segurar para não falar de mim mesmo, não criar mais uma redação de "minhas férias".

Queria dar um conselho, talvez. Ou receber um.
Mas é melhor não.
A certeza de que ninguém vai ignorar algo inacreditavelmente esperto que você disser só existe de uma forma.
Não dizendo.

É engraçado como as coisas são.
Jogam uma criança da janela, arrastam outra com um carro, e alguns acham que prender os culpados por alguns anos resolve.
Fico me perguntando quem realmente são os malucos.

É a velha história da revolução dos escravos, que estão em maior número.
Se todo mundo que faz algo errado for preso, chegará o dia em que teremos mais gente presa do que solta.
E isso também é engraçado, porque se mais gente faz coisa errada do que certa, então o que consideramos certo ou errado talvez esteja equivocado também.

Tanta gente falando em ter filho, em perpetuar a espécie, deixar a sua semente.
Sinceramente, faz sentido para você?
Mas pensa antes de responder.

Eu definitivamente não consigo entender.
É regar muda em plantação de merda.
Foi mal, mas não acredito em milagres.


Postado por Pedro Bó :: 10:28 PM::

Terça-feira, Dezembro 25, 2007

Restos de um post fragmentado.


Ainda me lembro de quando tentava ficar acordado até tarde pra ver Papai Noel chegar com os presentes.
Nunca consegui (óbvio) e isso se tornou o começo das minhas promessas de fim de ano.
Isso, na época em que a noite ainda era uma temível desconhecida, de quem nem doces eu podia aceitar.

Engraçado como hoje faço questão de dormir, pra evitar encontrá-lo e me ver obrigado a fazer perguntas.
Engraçado como hoje faço questão de não prometer nada, pra não correr o risco de cumprir.
Isso, na época em que a noite é uma terrível amiga, com quem passo mais tempo do que gostaria.

Ainda me lembro de muita coisa que não queria.
E engraçado como esqueço o que gostaria de trazer sempre comigo.


Postado por Pedro Bó :: 3:30 AM::


Mais um natal.
Ou menos um, se preferir.


Deu vontade de escrever. E quase passou, vale dizer.
Mas fui mais forte. No mínimo, estou sendo.

Assisti a um show do Fábio Júnior, na Record.
O cantor, não o jogador.

Não é assim um Roberto Carlos, mas eu também não sou assim um Bonner.
Repito, o cantor. Não o jogador.

Elas por elas.
E elas por ele, mais exatamente.

Péssima idéia.
Trocar lâmpada sozinho, no natal.

Assim que peguei a escada imaginei a manchete do dia seguinte.
"Natal é festejado em mais de três estados brasileiros, com certeza."

Ninguém daria a mínima pra uma morte por acidente doméstico.
A vida continua (pros que permanecem vivos) e invariavelmente você esquece coisas importantes.

A solução?
Dar menos importância pras coisas.


Postado por Pedro Bó :: 2:48 AM::

Sexta-feira, Outubro 12, 2007

O sentido da vida é anti-horário

Mais uma vez, escrevendo pra ninguém.
E começo o texto sem saber sobre o que falar.
Penso em contar ao mundo o quanto sou manipulador.
Mas isso poderia atrapalhar meus planos de dominação social.
Por motivos óbvios.
Os mesmos, eu diria, que impedem naturalmente que isso aconteça.
Não sei quais, mas devem ser os mesmos.
As pessoas não costumam ter muitos motivos pras coisas.
Ou é amor, ou é ódio, ou é vingança, ou é medo, ou algum outro sentimento controlável, se quisermos que seja, mas que normalmente não queremos.
Ter opções nem sempre é bom.
Tomar decisões é o que nos dá culpa.
O livre-arbítrio[supondo aqui que alguém ainda acredite que deus(que na minha não-religião se escreve assim, com minúscula) existe] é o que possibilita nos sentirmos culpados.
Omissão, ação, tanto faz.
Você escolheu e o resto aconteceu.
Mas as coisas não costumam ter muitos motivos pra acontecer.
Ou é acaso, ou é sorte, ou é azar, ou é coincidência, ou é falta de opção, ou não é nada demais.
A maioria das coisas não é nada demais.
A maioria das pessoas não é nada demais.
Admito que não gosto muito da maioria das pessoas.
O resto delas eu odeio mesmo.
Admito que pratico a "piada pela piada".
E era uma piada, não sei se repararam.
Nem sou tão sociopata assim.
Talvez nem saiba o que sociopata quer dizer.
Mas consultarei o meu "aurélio para pc" quando você me perguntar.
Porque admitir uma possível burrice é uma coisa, e admití-la de fato é outra bem diferente.
Dominação social...
Parece nome de curso.
Daria um bom curso.
Que começaria com a frase do professor: "o sentido da vida é anti-horário..."
Certamente um dos melhores títulos que já criei.
Mas ninguém acharia isso, se eu não dissesse.
Talvez nem assim achem.
Talvez as pessoas nunca se achem.
E talvez porque não estão procurando.
Ou porque estão procurando nos outros, não nelas mesmas.
Mas isso é só o que eu acho.


Postado por Pedro Bó :: 11:51 PM::

Sábado, Agosto 04, 2007

Poema de Primas Ricas


Em dúvida se ainda sei postar
me ponho a escrever sem rumo certo
com pensamentos em aberto,
por um caminho deserto
que é a minha vida.

De fato, Zé me inspirou a voltar
com seu poema de rimas pobres
que me ajudou a ver que nunca sairei na Forbes
pois só funciono com os outros.

Afinal, é com assunto dos outros que discurso,
me vanglorio com a falha de outrém,
e duvido muito que alguém
vai querer me ajudar a ficar rico.

Não crio um tema sozinho,
não tenho piadas espontâneas
giro em círculos como o Zinho
e tenho inventividades apenas momentâneas.

Falar de si é muito
simples como quebrar uma frase no meio
quando não se precisa rimar
e já se conhece o período por inteiro.

Falar do que se conhece é fácil.
Duro é só conhecer bem uma coisa,
uma pessoa, um egoísmo.
Afinal, com tantos no mundo, e você só conhece um?

Só que isso é ser normal:
egoísta, babaca e desinteressado.
Ouvir é pros fracos,
falar é que é legal.

Rima rica é invenção dos espertos,
e nós, somos apenas "gente que posa".
Já disse uma vez e repito:
poesia, por isso é que eu escrevo prosa.



Postado por Pedro Bó :: 3:44 AM::

Quinta-feira, Julho 26, 2007

Rimas pobres de um romântico falido

Um acaso não tão mero
E lá está ela, como sonho e espero.
Já até me disseram que exagero
E que demais a você eu venero.
Tudo bem, por você eu tolero.
O que quero?
Não é tango, samba ou bolero
Tampouco a Helena de Homero.
Bastaria um elogio sincero
Do coração um pequeno pedaço onde impero
Ou um único verbo Manuel-Neológico: "tequero".
Como o ranking dos românticos falidos lidero
Por mais que aqui coloque esmero
Somente palavras desordenadas prolifero.
Apenas acredite: o sentimento, ele é vero.
E como um final descente eu não gero
Com as palavras de Bandeira, leitor, te libero:
"Mas basta de lero-lero
Vida noves fora zero"


Postado por Zé Dend'água :: 8:55 PM::

Sexta-feira, Maio 11, 2007

Enquanto isso num post qualquer...



E isso é um post.


Postado por Pedro Bó :: 10:03 PM::

Sábado, Abril 14, 2007


E lá vamos nós.
Reclamar da vida, que é o que sabemos fazer.
Será que existe emprego pra isso?
Porque aí eu seria marajá.

Imagina? Promovido a vice-presidente de questionamentos existenciais!
Um salário gordo, poucas preocupações...
Parece ótimo, até ver que isso tiraria meus motivos pra reclamar, baixaria minha produtividade e me faria ser despedido.

Às vezes me pergunto porque é que me mantenho nessa maldição optativa.
Porque uma coisa é eu profanar o túmulo de um antigo faraó e ser punido por isso.
Outra completamente diferente é ser punido o tempo todo sem nem ao menos ter a chance de parar de quebrar as pedras pra descansar.

Não é possível que só eu não esteja me divertindo.
O que me deixa mais indignado é a falta de perspectiva.
Não tende a melhorar, tende a piorar ou manter-se igual.
E aí me pergunto se há motivo pra permanecer nessa.

A resposta?
Se depender de azar, dia desses ela tá aí.


Postado por Pedro Bó :: 8:28 PM::

Quarta-feira, Março 21, 2007

Olha pros dois lados pra ter certeza de que ninguem tá por perto...


Metade
O. Montenegro

"(...)
Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz que eu mereço
que essa tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
e a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
que me lembro ter dado na infância
porque metade de mim é a lembrança do que fui
e a outra metade não sei.(...)"

Aperta o "Postar & Publicar" e sai do computador pq precisa ir à padaria, ao supermercado, lavar roupa e estudar.


Postado por Zé Dend'água :: 6:54 PM::

Domingo, Março 04, 2007



Postado por Pedro Bó :: 10:21 PM::

Sábado, Março 03, 2007

O cano gelado da arma encosta na minha testa, bem entre os olhos. Minha filha de quinze anos, Manu como todos a chamam, está deitada na cama à minha frente. Está se debatendo. Em vão já que outros dois a seguram firmemente. O terceiro, o líder por sinal, está na sua frente tirando o cinto. Pronto. Está com as calças arriadas.

Se eu ficar quieto e presenciar essa cena horrível, por pior que isso seja, talvez possamos resistir e eu a ajude a sobreviver com o resto de vida que lhe restar; se lhe restar alguma. Minha sensação de culpa por não ter feito nada com o passar dos anos irá se misturar com a sensação de que dedico minha vida à Manu e talvez não me sinta tão culpado e volte a ser homem um dia. Talvez.

Ao menor esboço de reação serei morto na frente dela e tudo acontecerá do mesmo jeito. De que importa? Minha reação não duraria mais que uma fração de segundo e eu não teria que ver e sofrer com o que estava prestes a acontecer pelo resto da vida. E nesse ponto começo a chorar, percebo que sou egoísta e covarde até mesmo nessa situação e talvez não seja homem suficiente para fazer coisa alguma. Talvez.

--- //\\ ---

Estamos no ponto esperando o ônibus, cerca de vinte pessoas, vinte desconhecidos. Um homem se arrasta no chão com o braço direito, pois suas pernas tem algum problema e o braço esquerdo é atrofiado. Todos o olham daquele típico jeito de quem enxerga mas não vê. Nenhuma moeda. Nesse momento um senhor que aparenta quase setenta anos de idade, atravessa a rua com seu passo cansado de idoso. Para em frente ao tal sujeito e com a mão direita e só poderia ser com a direita já que o braço esquerdo era amputado, tira algumas moedas e entrega ao homem que se arrasta.

Podía-se ver nos rostos das pessoas: a mesma reação. Todos se sentiam mal por não terem ajudado aquele sujeito, ou por perceberem que não compreendem a natureza do sentimento de compaixão que movia o senhor de braço amputado e como todos nós somos insensíveis, ou ainda simplesmente por não dar à mínima para aquele aleijado que os incomodava no ponto de ônibus.

Mais tarde, voltando do trabalho vejo aquele mesmo homem que se arrastava. Estava falando alto, rindo e tomando cerveja no bar da esquina. Fiquei perplexo, mas não sou um homem de brigas e não vou lá tirar satisfação. Não sou otário! E aí tenho o pior sentimento da minha vida: pena. Pena de mim. Pena por ser tão indiferente e incapaz de tomar alguma atitude perante qualquer situação. Pena por sequer despertar qualquer tipo de sentimento mínimo que seja: raiva, paixão, indignação, ódio, ternura... nada. Mas e se ele fosse mesmo aleijado?

--- //\\ ---

01h23min - Já está acabando meu plantão quando ouço as sirenes se aproximando. Lá vem. Duas macas. Dois estados gravíssimos. Vamos precisar de vários litros de sangue para a cirurgia. Para apenas uma. Não temos equipamentos, nem médicos, nem leitos suficientes para os dois. Mônica tem 29 anos e é mãe de Arthur de sete anos. Ao meu lado esquerdo Arthur grita pela mãe. Do lado direito Mônica berra para que eu salve seu filho. Agora. Gostaria de não ter assistido o super-homem quando pequeno e achar que como médico poderia ao menos ser um pouco dele a cada dia. Gostaria também de ter escutado menos o meu pai, ter sido mais forte e cursado matemática ao invés de medicina. Gostaria de não ter que tomar decisão alguma. Devo salvar Arthur, pois tem muita vida pela frente (é o que se espera) e talvez se torne um grande homem, e tendo que superar todas as dificuldades de crescer sem a mãe ele faça alguma coisa fantástica. Talvez um recorde, a cura de uma doença... Talvez. Devo salvar Mônica, uma mulher em idade fértil. Apesar da perda de um filho ser irreparável, ela pode um dia talvez dar a volta por cima, ter outro filho, fundar uma ONG e me processar. Talvez. Eu me sentiria melhor pagando de alguma maneira pela minha escolha inevitável. Qual devo salvar? Talvez seja melhor deixar os dois morrerem, assim nenhum sofrerá durante tantos anos e se encontrem no Céu, ou em um lugar melhor do que esse pelo menos. Eu serei punido de alguma maneira aqui ou no inferno, ou em lugar pior do que esse (duvido) e me sentirei melhor por pagar.

01h25min - Qual vida devo tirar?


Postado por Desenho Animado :: 5:59 PM::

Sexta-feira, Março 02, 2007

É bonita, é bonita e é bonita.


Infelizmente nós não somos o que queríamos ser.
Ou melhor, eu não sou.
Não sei vocês.
Aliás, não sei quase nada de nenhum de vocês.

Não nos conhecemos direito, e provavelmente nem vamos.
E não tente se enganar.
Falo tanto dos vocês desconhecidos como dos mais próximos.

Eu queria ser jogador de futebol.

Isso, riam. Riam mesmo.
Rir faz bem, não é verdade?
Riam dos sonhos de quem não sabe o que quer.
E saibam que só não lhes jogo uma praga porque acredito em tão pouca coisa que ainda que desse certo essa não seria uma delas.

Continuem vocês acreditando que um dia serão ricos e bem sucedidos.
De cá, eu não sei de nada.
Mas se ficarem ricos, lembrem-se de mim.
E se eu ficar rico, me lembrem de vocês.

Eu não me sentiria bem se ganhasse na mega-sena.
Gastaria com gosto, mas certamente me sentindo mal.
No mínimo, por ser trouxa a ponto de me sentir mal por isso.

Deve ser estranho chegar ao fim da vida e ver que não fez nada de mais.
Certo, eu ainda não cheguei ao fim da minha a não ser que conjuntivite seja fatal.
Mas depois de vinte e todos anos concluir que só o que você sabe é o mesmo que Platão?
Não me parece promissor.

Só sei o que sinto.
E sei que sinto muito.


Postado por Pedro Bó :: 10:02 PM::

Terça-feira, Fevereiro 20, 2007

"Brasil não é só carnaval.
É também carnaval fora de época."

E enquanto eu não tiver pc, é isso mesmo.


Postado por Pedro Bó :: 9:32 PM::

Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007

Haaaaaaaja coração, amigo!

Faltam 16 dias e eu to com medo pra caralho!

Pois eh. Hipocrisias e coleiras à parte, vocês devem ter reparado que Pedro Bó não postou por esses dias. É que a garantia do PC dele venceu e a porcaria do troço (me refiro ao computador) resolveu bater as botas, o que me deixou aqui na obrigação de postar algo pra entreter vocês, caros leitores.

Fato é que faz algum tempo que ando num vazio inspiracional daqueles. Acho que o espírito "homem de exatas" baixou de vez. [nota mental] er... ou será que as desilusões amorosas diminuíram? [/nota mental] Dada esta extrema e inesperada calamidade, fui forçado a abrir a tenebrosa pasta de posts não terminados que possuo, no intuito de achar algum fio de meada de algum texto quase pronto, escrever meia dúzia de palavras óbvias e postar aqui.

Textos sobre uma viagem do ano passado, sobre um show do U2, sobre o meu aniversário (que por sinal foi dia 9 de Fevereiro. [nota mental] vamos lá, me parabenizem![/nota mental]), sobre um desabafo, sobre eleição e sobre não acreditar nas pessoas; músicas, figuras, templates, vídeos... Até um CD de presente que montei para uma certa garota uma vez, com um videozinho d'eu falando coisas ridículas e cuja cópia enviada não sei se existe até hoje. Tudo isso na citada pasta. Nada que me estimulasse a escrever. O máximo que eu encontrei foi isso aqui, ó:



Portanto, torçam pro PC do Pedro Bó ficar bom logo.
Ou pra eu criar vergonha na cara e escrever algo decente, que não seja de última hora e com um título menos bizarro que este aqui.


Postado por Zé Dend'água :: 1:15 AM::


Desenho Animado: "Vamos tomar uma?"
Zé Dend'água:
"Nem rola, tenho que trabalhar."
Pedro Bó:
"É de graça?"